Infraestrutura da rede Wi-Fi será distribuída em dez estados e contará com proteção e acesso para funcionários e visitantes na sede e das unidades regionais

 

O Banco Central, o principal executor das orientações do Conselho Monetário Nacional e responsável por garantir o poder de compra da moeda nacional, modernizou a sua estrutura de rede com o projeto da NCT Informática, surpreendendo funcionários e visitantes pela sua rapidez e eficiência.

 

A implantação da nova rede teve início em 2009, quando o Banco Central firmou contrato com a NCT Informática para planejar uma estrutura de rede sem fio, a fim de disponibilizar mobilidade, permitindo  o uso de tablets, notebooks e smartphones para funcionários e visitantes que passam diariamente pela sede em Brasília e nas unidades regionais de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, Belém, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Apesar de ser uma das principais reinvindicações dos visitantes do Banco Central, não era fácil implementar uma rede sem fio, pois após o levantamento da estrutura física do Banco Central feito pela NCT Informática, ficou perceptível a dificuldade de abranger acesso em algumas áreas, sendo necessário planejar a retirada de painéis de teto, recomposição de pintura e implantação em locais nos quais a infraestrutura da rede simplesmente não existia ou o seu cabeamento era limitado, como no auditório, na universidade corporativa e nas salas de reuniões estratégicas.

 

 

Resultados

O desafio foi grande, mas a NCT Informática venceu as dificuldades supracitadas e implementou 510 pontos de acesso AP125 que são gerenciados por 22 3400 Mobility Controllers, ambos da Aruba Networks, nos onze prédios espalhados por dez estados e com toda a infraestrutura de comunicação em rede, segurança da informação e serviço de atendimento ao usuário corporativo necessários. “Muitas vezes as pessoas se reúnem, mas não podem se conectar porque há um único ponto de rede”, explica o analista de rede do Banco Central, José Márcio Medeiros, sobre a origem do problema e conclui “Agora esse problema está resolvido e elas ganharão mais mobilidade”, mostrando que o quê era para ser apenas uma demanda de visitantes se tornou um serviço que superou as expectativas de todos os envolvidos.

 

Com a solução proposta pela NCT Informática ao Banco Central, foram implementadas duas redes wireless privadas, com acesso controlado, firewall e mecanismos de proteção que servem tanto para atender as necessidades corporativas, que vão desde consultores e auditores do próprio banco até representantes do Fundo Monetário Internacional (FMI), quanto as necessidades dos visitantes, que vão desde funcionários de outros orgãos do Brasil e do exterior até os visitantes do museu que fica na própria sede. Para melhorar a gestão das redes foram criados procedimentos diferentes para cada rede wireless, sendo necessário apenas um cadastro de usuários na rede de visitantes e uma autenticação com certificação digital na rede corporativa. Dessa forma todos podem usufruir da conexão sem prejuízos de velocidade entre uma e outra e evitando burocracias.

 

Exemplo de rede sem fio

O Gerente da Aruba Networks na América do Sul,  garante que o ambiente sem fio do Banco Central é totalmente confiável e exemplifica que outros bancos e administradoras de cartão de crédito utilizam o mesmo sistema, são exemplos os bancos norte-americanos Goldman Sachs e Merrill Lynch e a administradora de cartão de crédito American Express.

 

Sobre o Banco Central

Criado pela lei nº 4.594 de 1964, O Banco Central do Brasil - BC ou BACEN e, mais atualmente, BCB – é autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Nacional, sendo vinculado ao Ministério da Fazenda do Brasil. Assim como os outros bancos centrais do mundo, o brasileiro é uma das principais autoridades monetárias do país, sendo a principal o Conselho Monetário Nacional – CMN. O BCB recebeu esta competência de três instituições diferentes: a Superintendência da Moeda e do Crédito (SUMOC), o Banco do Brasil (BB) e o Tesouro Nacional. O Banco Central conduz as políticas monetária, cambial, de crédito e de relações financeiras com o exterior. A instituição é responsável também pela regulação e a supervisão do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

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